quarta-feira, 29 de julho de 2020

Design Thinking: O Que É, Quais As Etapas E Como Aplicar

equipe em processo de design thinking

Design Thinking é uma abordagem de pensamento criativo e colaborativo com os stakeholders, que usando ferramentas específicas, procuram soluções para problemas da empresa.

Design Thinking é para quem precisa de soluções.

Não é sobre rabiscar lousas brancas e se perder em meio a post-its, mas sobre revolucionar a forma de se propor soluções.

Foca esforços para alcançar a dádiva chamada satisfação do cliente – seja ele interno ou externo.

Exatamente por isso, o conceito tem por base entender seus desejos mais profundos, além de necessidades e percepções de mundo.

Com origem na área de design, ganhou fama na área de desenvolvimento de produtos e hoje é sucesso em qualquer segmento.

No ambiente corporativo, é a bola da vez, o que se justifica porque resolver problemas é o Santo Graal dos negócios criativos e inovadores.

Assim, o Design Thinking marca presença, inclusive, nas marcas que você mais admira (e que, talvez, não viva sem elas).

Quer descobrir quais são, se inspirar e aprender tudo sobre essa abordagem que pode revolucionar uma empresa?

Então, continue a leitura até o final deste artigo.

Além de explicar o que é Design Thinking, vou mostrar como o processo funciona, falar da sua origem, das etapas de aplicação e também trazer cases de sucesso.

Vamos começar?

O que é Design Thinking?

papéis coloridos amassados e um formando uma lâmpada

Design Thinking é uma abordagem colaborativa focada na empatia com os stakeholders (público de interesse na empresa) para solucionar problemas.

Quem fica no centro de desenvolvimento do produto são pessoas, de modo geral, e não apenas o consumidor final.

Diferente da matemática, por exemplo, não nos oferece mais e mais fórmulas prontas.

Exatamente por esse motivo não é uma metodologia, mas um jeito criativo e inovador de olhar para os negócios.

É uma forma de estudar as necessidades humanas para propor soluções.

Como funciona o Design Thinking?

duas silhuetas humanas com peças de montagem

Trocando em miúdos, o Design Thinking funciona como a prática da empatia para desenvolver um projeto.

Você se coloca no lugar de outras pessoas para gerar soluções criativas para resolver os problemas que elas têm.

Também ajuda a identificar barreiras de usabilidade ou consumo e a criar alternativas para superá-las.

Tudo isso a partir de um entendimento sobre a experiência cultural, visão de mundo e processos de vida delas.

Para que funcione e gere resultados, o Design Thinking se baseia em três pilares:

  • Empatia para trazer o cliente para o centro do desenvolvimento de um projeto
  • Criatividade para criar soluções novas a partir disso
  • Razão para ver se a ideia realmente faz sentido.

Uma mistura mágica que pode ser aplicada a qualquer área de negócio.

Não se restringe apenas ao desenvolvimento de produtos.

Serve para aumentar as vendas, criar ou melhorar projetos, modelos de negócio e até produzir conteúdo encantador.

Mas não para por aí. Pode ser aplicado até onde a sua criatividade conseguir alcançar.

Fazem parte desse mix: brainstorming, pesquisa, seleção de ideias, prototipagem e realização de testes.

Mais à frente, vou trazer detalhes sobre as etapas do processo.

Vantagens do Design Thinking

Acredito que a principal vantagem do Design Thinking aplicado a negócios é que ele desburocratiza processos e relações.

Por ser uma abordagem na qual o foco é o cliente, tudo passa a ser mais direto e sem rodeios.

O que interessa é solucionar um problema real e nada mais.

Outra vantagem que considero importante é que ele também pode servir como porta de entrada para empresas que precisam se abrir para uma mentalidade inovadora.

A propósito, essa é uma dificuldade que atinge boa parte dos micro e pequenos empreendedores brasileiros, como mostra Luciana Terceiro em seu Trabalho de Conclusão de Curso “Pesquisa Qualitativa em Design Thinking para Micro e Pequenas Empresas”.

No estudo, ficou comprovado que os empreendedores brasileiros tendem a organizar suas atividades apenas copiando modelos prontos, ou seja, sem qualquer inovação.

Sendo assim, pela abordagem de Design Thinking, o líder de uma PME (ou de uma grande companhia) pode se colocar em condições de inovar e até de mudar a cultura da organização em suas atividades.

Etapas do Design Thinking

trio em processo de brainstorming

Depois da teoria, vamos à prática.

Preparei um breve resumo sobre as cinco etapas do Design Thinking.

Confira!

1. Criar empatia e compreender

equipe analisando projeto em escritório

Começa quando você se coloca no lugar do outro e joga fora pré-conceitos e pressupostos para entender todo o problema.

Tudo isso, claro, levando em consideração o seu contexto.

Leia-se: necessidades, preferências, desejos e percepções de mundo das pessoas envolvidas.

2. Definir

É quando, depois de criar empatia e compreender, você vai delimitar qual é o problema e o que precisa ser resolvido.

3. Idear

homem executivo em plano de ideias

Consiste em criar ideias e sugestões, sem medo de errar.

Em muitas empresas, é quando acontece a reunião de brainstorming para que uma equipe multidisciplinar se reúna e pense em conjunto.

4. Prototipar

mesa de escritório com trio trabalhando

A partir da escolha de uma ou mais ideias, como as mais interessantes ou recorrentes, é hora de criar protótipos.

Não precisa ser algo engenhoso ou um robô de inteligência artificial que vai falar seis idiomas e dar piruetas.

Pode ser desde um desenho até uma maquete feita de sucata para simular o produto final.

5. Testar

garota sorridente trabalhando em planos no chão de escritório acompanhando

É uma das fases mais empolgantes do Design Thinking: experimentar os protótipos e entender qual deles faz mais sentido.

Quais são os 3 pilares do Design Thinking?

Embora o Design Thinking não seja propriamente um método, ele se apoia em certos conceitos elementares.

Nesse caso, existem três pilares básicos, nos quais se sustenta todo o conjunto de ferramentas e práticas dentro dessa abordagem.

Vamos ver quais são?

1. Empatia

O princípio número 1 em Design Thinking é o da empatia.

Ele consiste em usar os olhos do cliente para entender “na pele” suas dores, necessidades e aspirações.

A partir disso, a empresa pode começar a esboçar as primeiras ideias para, então, propor soluções sob medida.

Em muitos casos, os profissionais da organização podem precisar ir a campo para entender ao vivo e a cores como é enfrentar o problema do cliente.

Por exemplo, digamos que sua companhia tem nas mãos a missão de desenvolver uma solução para um negócio de delivery.

Nesse sentido, pode ser que os profissionais tenham que vivenciar um dia como um motoboy para entender que tipo de desafios esses valorosos condutores enfrentam.

2. Colaboração

Uma vez estabelecidos os laços com o cliente, é hora de a empresa colocar seus recursos mentais para trabalhar a serviço dele.

É hora de estimular a colaboração, o que significa reunir pessoas do maior número possível de especialidades em busca de ideias e soluções.

Ou seja, uma abordagem em Design Thinking se baseia também na multidisciplinaridade para entregar produtos e serviços mais completos.

3. Experimentação

O terceiro, e igualmente importante, princípio básico do Design Thinking é o da experimentação.

Quer dizer que, antes de lançar uma solução, ela deve ser testada por protótipos e versões enxutas.

A ideia aqui é garantir que o cliente receba um produto ou serviço exatamente como imaginou – ou, pelo menos, o mais próximo possível disso.

Atenção: o Design Thinking não é linear

bonecos com engrenagens na mente

Ao chegar aqui, você provavelmente está ansioso para saber como aplicar o Design Thinking.

Então, quero lembrar de um ponto fundamental para qualquer estratégia: não se trata de uma abordagem linear. Ou seja, não segue uma ordem específica.

O que quero dizer com isso é que as etapas não precisam ser seguidas exatamente na ordem que coloquei ali em cima.

Sentiu a necessidade de voltar para uma etapa anterior e colher mais informações sobre o problema dos stakeholders? Volte sem peso na consciência.

Já conseguiu pensar em uma boa ideia dentro dessa etapa, quer ganhar tempo e pular para a prototipagem? Fique à vontade.

No Design Thinking, quem manda é você.

Como aplicar as práticas de Design Thinking em uma empresa?

equipe de trabalho em escritório

Considerando que cada organização tem uma cultura e características diferentes, o Design Thinking pode ser aplicado a qualquer contexto.

Pode, inclusive, ser adaptado à realidade da empresa.

No entanto, o que você precisa ter em mente é que o objetivo do Design Thinking é resolver o problema de um certo público.

Então, todas as etapas que vimos até aqui devem ser lembradas, mas, principalmente, a primeira: empatia e compreensão.

Para ter sucesso no uso dessa abordagem criativa e inovadora, evite fazer isso sozinho.

Procure envolver profissionais especializados em diferentes áreas para enxergar a situação de diferentes ângulos.

Veja a seguir quais ferramentas podem ajudar nesse desafio.

5 ferramentas de Design Thinking

homem analisando quadro com anotações sobre criatividade

Selecionei as ferramentas que podem ser usadas em qualquer fase da abordagem, seja em apenas uma ou em todas elas.

Como o Design Thinking não é linear, você tem liberdade total para escolher qual se encaixa melhor na sua busca por uma determinada solução.

1. Brainstorming

equipe em processo de brainstorming

Brainstorming, ou tempestade de ideias, nada mais é do que reunir uma equipe multidisciplinar para pensar e discutir propostas e possibilidades.

Mas, para que a coisa flua, o ambiente precisa favorecer a ousadia.

Por isso, é preciso deixar claro aos participantes que críticas só serão aceitas se foram construtivas.

2. Cocriação

ilustração de cabeças humanas conectadas

Convidar clientes, parceiros ou outros stakeholders para participarem do processo pode gerar insights valiosos.

E eles provavelmente vão se sentir importantes com isso, o que é um benefício extra do Design Thinking.

3. Gamificação

ilustração de caminho e símbolos

É para tornar a atividade lúdica e ainda mais descontraída, trazendo elementos dos games para ela.

4. Mapas mentais

anotações sobre mind map

Podem ser usados para organizar informações, como, por exemplo, as necessidades, vivências culturais e processos da vida do cliente.

Também pode ser transformado em mapas de empatia, o que é possível a partir dos insights gerados em entrevistas com as partes envolvidas.

5. World Café

grupo de amigos em café

Os participantes são divididos em mesas, como em um café, e vão trocando de lugar de tempo em tempo.

Então, a conversa continua sempre de onde parou, mas com novos integrantes à mesa.

Esse é um método que incentiva o diálogo entre os participantes.

Onde aprender Design Thinking?

clientes em atendimento

A abordagem está cada vez mais presente no palco de palestras, simpósios e eventos de todos os tipos.

Mas você também pode aprender sobre Design Thinking em outros lugares, como plataformas de conteúdo, comunidades globais e livros.

Quer algumas dicas?

Então, anote aí!

Cursos gratuitos de Design Thinking

garota estudando virtualmente com fones de ouvido

OpenIDEO

página inicial do site Open IDEO

Uma comunidade global para pessoas interessadas em criar soluções para alguns dos problemas mais desafiadores do mundo.

A plataforma OpenIDEO foi criada em 2010 pela consultoria IDEO como uma solução para incentivar a inovação onde ela é mais necessária.

E como você já viu ao longo do artigo, IDEO é praticamente um sinônimo para o Design Thinking.

TED Talks

tela de abertura do aplicativo mobile TED Talks

Você pode, ainda, gerar insights de palestras relacionadas ao Design Thinking no TED Talks.

Basta acessar o site, e pesquisar pela abordagem para conferir a opinião de grandes nomes da inovação, como o próprio Tim Brown, Elon Musk, David Kelley e Steven Johnson.

Livros de Design Thinking

livros empilhados

6 cases de sucesso de Design Thinking

garota pensativa trabalhando em laptop

O que falta para dar start no processo? Um pouco de inspiração?

O que acha de conhecer os resultados incríveis do uso do Design Thinking em diferentes segmentos?

Então, chegou a hora de conferir os cases que separei para você .

Vamos a eles!

1. Airbnb

garota acessando o download do aplicativo mobile AirBnb

Prestes a falir, em 2009, o Airbnb foi salvo pelo Design Thinking e se transformou em um negócio bilionário.

O motivo? Identificaram que as fotos das casas disponíveis para alugar por temporada não eram boas.

Com isso, decidiram selecionar algumas propriedades para fazer um teste: tirar fotos profissionais para ver se o número de reservas aumentaria.

O resultado? Em uma semana, o volume dobrou e, a partir dali, a empresa passou a receber cada vez mais investimentos.

2. GE Healthcare

Letreiro de luz GE Healthcare

Só quem já fez exame de ressonância magnética sabe o incômodo para literalmente entrar no aparelho.

O curioso é que não era para ser assim.

Produzir esse maquinário era um grande orgulho para o designer Doug Dietz, da GE Healthcare. Ele era tão dedicado que até chegou a ser indicado para um prêmio de design.

Como todo profissional inovador, inquieto, Dietz decidiu ir até um hospital para ver o uso do produto.

Mas, para sua surpresa, ao chegar lá percebeu que várias crianças estavam aterrorizadas com a ideia de entrar na máquina.

O designer percebeu, então, que havia desenvolvido um produto sem pensar na experiência do usuário ou nos seus sentimentos.

Intrigado, voltou para casa para pensar em uma solução melhor.

Usando técnicas do Design Thinking, se reuniu com profissionais multidisciplinares para pensar em alternativas viáveis.

A ideia? Propor um produto menos aterrorizante e mais adequado ao que os pacientes desejam.

A partir daquele momento, Dietz passou a frequentar locais com crianças para entender suas necessidades e preferências.

Em seguida, prototipou e testou um ambiente agradável para elas.

Como não era de se duvidar, o resultado foi excelente: os pequenos passaram a encarar o exame como uma experiência divertida.

3. Natura

home page da natura

Reconhecida como referência no mercado de cosméticos mundial, a Natura usou a cocriação como ferramenta para criar soluções relevantes.

Para isso, em parceria com a Livework Brasil, projetou espaços de cocriação para redefinir a relação do consumidor com a marca.

4. Netflix

garota acessando netflix através da TV

Entendendo que o comportamento e as necessidades dos usuários mudam, a Netflix focou em personalização.

Passou a trabalhar com padrões de comportamento para direcionar a estratégia de aquisição de conteúdos e lançamentos.

Com isso, filmes, séries e documentários passaram a ser lançados apenas após uma análise de compatibilidade com o desejo dos usuários.

5. Rappi

profissional da empresa rappi de bicicleta

Criado com o objetivo de entregar bebidas, o aplicativo de entregas Rappi evoluiu rapidamente e hoje promete delivery de tudo.

Como podemos ver, tem o Design Thinking desde o modelo de negócio.

Começou em 2016, como fruto da ideia de empreendedores colombianos.

Na oportunidade, eles ofereceram um donut para cada pessoa que baixasse o app.

No Brasil, já ajudou até uma noiva a garantir a presença de um padrinho em seu casamento.

Ela fez um chamado para que um entregador fosse até o apartamento dele para acordá-lo.

Avançando rapidamente no mercado, a startup recebeu em 2019 o investimento de US$ 1 bilhão pela DST Global, Andreessen Horowitz e Sequoia.

6. Volkswagen

automóvel volkswagen

Na Europa, a tradicional fabricante de veículos criou o Quicar: um clube de carros compartilhados.

O resultado foi um sucesso.

Alia a confiança na marca e também a necessidade de conveniência dos usuários.

Exemplos práticos de Design Thinking em pequenas empresas

Como o Design Thinking pode ser aplicado em pequenas empresas, considerando as limitações de recursos e de pessoal nesse tipo de negócio?

Pode parecer que não, mas, por essa abordagem, até mesmo a mais simples PME consegue se beneficiar em razão dos impactos positivos gerados em suas atividades.

Confira, então, alguns exemplos práticos que mostram como o Design Thinking é capaz de ajudar uma empresa de pequeno e médio porte a deslanchar.

Agindo para diminuir custos

Design Thinking é, sobretudo, uma forma colaborativa de se trabalhar.

Para PMEs com orçamentos sempre apertados, essa é uma maneira prática de extrair o máximo rendimento dos recursos e pessoas disponíveis.

Ou seja, todos passam a ser corresponsáveis pelo sucesso da empresa ao serem estimulados a dar feedbacks e a participar dos processos criativos nos mais diversos níveis.

Com isso, a organização pode abrir mão de contratar profissionais externos e, desse modo, poupa recursos valiosos e tempo em processos seletivos.

Amplificando a comunicação

Em uma cultura de feedback, as pessoas tendem a se sentir mais próximas umas das outras e, assim, passam a se comunicar melhor.

Essa é, sem dúvida, uma das aplicações práticas mais benéficas em PMEs que adotam o Design Thinking.

Seus colaboradores se sentem à vontade para se expressar e, dessa forma, o ambiente também fica mais agradável e estimulante.

Aumentando a produtividade

Pessoas que se comunicam bem serão, necessariamente, mais produtivas em todas as suas atividades.

Ou seja, com mais comunicação e em um ambiente colaborativo, a tendência é para que todos produzam mais e se sintam incentivados a dar o seu melhor.

Não é um ótimo exemplo de aplicação prática do Design Thinking em uma PME?

Perguntas Frequentes Sobre Design Thinking

Não sendo propriamente uma cartilha, o Design Thinking naturalmente gera dúvidas para quem não conhece bem essa abordagem de negócios.

Destaco para você agora algumas das mais comuns – e suas respostas.

De onde vem o Design Thinking?

homem fazendo anotações em plano colorido e com ilustrações

Como o nome sugere, o Design Thinking tem origem no processo criativo dos designers.

Traduzido como “pensamento de design”, se inspira nos métodos que esses profissionais criativos usam para propor soluções para elevar o nível de inovação.

É uma forma diferente de pensar o design, que analisa vários pontos de vista para resolver problemas de origens diversas.

Diferente de outros métodos, o Design Thinking foca em entender as necessidades reais do mercado e não se limita apenas à observação de dados estatísticos.

É um trabalho colaborativo e, geralmente, realizado em equipes multidisciplinares para que se torne ainda mais rico.

Quem inventou o Design Thinking?

lâmpada cheia de símbolos de comunicação

Existem várias controvérsias quando o objetivo é descobrir o verdadeiro criador do Design Thinking.

Afinal, desde as mais antigas civilizações, éramos convidados instintivamente a pensar em soluções para resolver problemas.

Para encontrar comida, os homens da Pré-História tinham que ir à caça. Para se proteger do frio, faziam fogueiras ou buscavam abrigo.

Os problemas eram diferentes, mas a necessidade de encontrar uma solução a eles permanece a mesma tanto tempo depois.

Mas como se trata de uma abordagem diretamente ligada ao design, os modelos mais parecidos com o Design Thinking como o conhecemos hoje são bem recentes. Datam do início do século 20.

Alguns especialistas afirmam que a maior parte dos elementos do Design Thinking começaram a ser usados em 1919, por estudantes da escola de arte Bauhaus.

Entretanto, em 1969, apareceu como forma de pensar o design aplicado à ciência no livro The Science of the Artificial, de Herbert A. Simon.

Mais tarde, em 1973, na engenharia, foi alvo da obra Experiences in Visual Thinking, de Robert McKim.

Hoje, a teoria mais aceita começou com Rolf Faste, professor de Stanford, que definiu e popularizou o conceito como ação criativa.

Em 1991, David M. Kelley, seu colega de Stanford e fundador da consultoria de inovação IDEO, foi um dos primeiros formadores de opinião sobre o tema.

Consegue adivinhar onde a empresa de Kelley está localizada?

Se pensou no Vale do Silício, acertou.

Desde que a consultoria foi fundada, ficou famosa por lá por usar uma abordagem diferenciada para resolver problemas.

E foi assim que o nosso querido Design Thinking se popularizou como é hoje.

Em 2009, Tim Brown, seu colega e CEO da consultoria, lançou um livro sobre o tema: “Design Thinking – Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim das Velhas Ideias”.

Título impactante, não?

O trabalho deles repercutiu tão bem, que a própria mídia na época destacou que se tratava de um processo para a criação de um carrinho de compras inovador.

Como fazer o Design Thinking?

Em alguns casos, aplicar o Design Thinking exige mudar toda a cultura de uma empresa.

Por isso, o melhor caminho para colocá-lo em prática é avaliar se o seu clima organizacional está preparado para essa nova abordagem.

Não por acaso, ela é sempre melhor recebida em companhias com viés inovador, como as startups ou nas quais a gestão é horizontal e, portanto, menos hierarquizada.

Então, para fazer o Design Thinking acontecer, procure antes estruturar sua organização em um modelo no qual as ideias possam ser expressas livremente.

Por que investir no Design Thinking?

Será que o custo-benefício de mudar a cultura ou a forma de gerir um negócio para a abordagem em Design Thinking compensa?

Se esse processo de mudança for bem conduzido, sim.

No Design Thinking, o foco é sempre voltado ao cliente, o que o torna extremamente valioso em um contexto no qual a inovação é um fator decisivo para o sucesso.

Afinal, hoje, o consumidor é omnichannel e as empresas estão imersas em um mundo Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo (VUCA World).

O que é design thinking?

Design Thinking é uma abordagem colaborativa focada na empatia com os stakeholders (público de interesse na empresa) para solucionar problemas. É uma forma de estudar as necessidades humanas para propor soluções.

Como funciona o Design Thinking?

Trocando em miúdos, o Design Thinking funciona como a prática da empatia para desenvolver um projeto. Você se coloca no lugar de outras pessoas para gerar soluções criativas para resolver os problemas que elas têm.

De onde vem o Design Thinking?

Como o nome sugere, o Design Thinking tem origem no processo criativo dos designers. Traduzido como “pensamento de design”, se inspira nos métodos que esses profissionais criativos usam para propor soluções para elevar o nível de inovação.

Quais as etapas do design thinking?

1. Criar empatia e compreender; 2. Definir o problema; 3. Procurar ideias; 4. Prototipar a solução encontrada; 5. Testar a solução.

Conclusão

O que todas as empresas que acabamos de ver e você têm em comum? Vontade de inovar.

Então, acredite: oportunidades incríveis estão por vir. E, muito provavelmente, bem mais perto do que imagina.

Que tal aplicar um pouco do que aprendeu sobre Design Thinking para inovar nos seus negócios?

É uma abordagem que pode ajudar a propor coisas novas e a sair da caixinha.

Você pode até criar um novo nicho de mercado. Já pensou no quanto pode conquistar com esse movimento?

Aproveite e nos conte como pretende usar o Design Thinking.

Deixe um comentário e compartilhe esse conteúdo.

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terça-feira, 28 de julho de 2020

Marketing Digital Para Pequenas Empresas: Como Fazer em 2020

homem com avental lendo tablet

O marketing digital para pequenas empresas já deixou de ser um sonho distante há algum tempo.

Embora boa parcela dos gestores de micro e pequenos negócios ainda veja com desconfiança o potencial de se promover online, a realidade tem mostrado cada vez mais exemplos bem-sucedidos.

Já disse e vou repetir que sou um entusiasta do marketing digital em empresas menores. Afinal, são elas que movimentam a economia de um país.

Acredito que você esteja pensando mais seriamente em investir em ações online para seu negócio – e por isso, desde já, receba meus parabéns.

Em retribuição à sua iniciativa, preparei um conteúdo completo com todas as dicas necessárias para começar bem.

Vamos ver como isso funciona, então?

Vantagens do marketing digital para pequenas empresas

mulher lendo tablet

Pequenas empresas se caracterizam por terem estrutura e orçamentos enxutos.

Outra coisa que aprendi ao longo dos anos em que ajudei a começar diversas startups e negócios menores é que isso não é obstáculo para adotar estratégias conscientes.

Pelo contrário: quando uma pequena empresa investe para valer em marketing digital, os resultados costumam ser muito bons.

Conheça, a seguir, os principais benefícios dessa ação.

Mensurável

Imagine que você quer promover sua empresa em uma mídia offline, como em um outdoor.

Como você saberia quantas pessoas viram o seu anúncio em um dia ou um mês?

De que forma avaliar o impacto desse modelo de promoção a não ser pelo número de novos clientes?

Ou, ainda, como saber se esses novos consumidores realmente foram conquistados graças a essa estratégia?

Esse tipo de dificuldade não existe no marketing digital, porque, nele, todas as ações são mensuráveis por meio de ferramentas de analytics.

Ou seja, além de saber quantas pessoas visualizaram seus anúncios e conteúdos, é possível conhecer suas respectivas faixas etárias, gêneros, regiões e dispositivos de acesso.

Você tem muito mais informações sobre a efetividade das suas ações e, com isso, consegue tomar decisões que têm mais chance de sucesso.

Customizável

Um anúncio impresso será sempre o mesmo uma vez que passe para o papel.

Já na internet, a maior parte das campanhas é totalmente customizável.

Isso significa que você poderá, a qualquer momento, modificar textos, palavras-chave e outros pontos que julgar necessário, ajustando os anúncios conforme a performance demonstrada.

Se estiver abaixo do esperado, com base nos números, é possível fazer alterações e melhorar o desempenho.

Situação diferente aconteceria em uma mídia offline, na qual não há margem para o erro, tampouco para modificações depois que a campanha é veiculada.

Rápida implementação

Voltemos ao exemplo do outdoor.

Do pedido junto à empresa responsável pela sua produção até a veiculação de um anúncio nessa mídia, de quanto tempo você precisaria?

Muito, sem dúvida.

No marketing digital, esse problema também não existe, já que campanhas em redes sociais, como o Facebook ou Instagram, podem ser criadas e exibidas instantaneamente.

E não menos importante: tudo isso a um custo muito menor, se compararmos com as principais mídias offline.

Quais são os maiores desafios do marketing digital para pequenas empresas?

fechando caixa de papelão

A pesquisa Maturidade Digital no Brasil, realizada pela Capgemini, traz revelações interessantes sobre o quanto as empresas brasileiras estão preparadas para atuar em um contexto online.

Uma das conclusões que se pode tirar ao ler o documento é que as companhias compreendem que é importante ter presença no meio digital, mas ainda não sabem exatamente como fazer isso.

Com essa dificuldade, outros desafios aparecem, especialmente para pequenas empresas não tão amadurecidas em marketing online, como destaco a seguir.

Analisar o Big Data

A pesquisa da Capgemini revela que menos da metade das empresas entrevistadas utiliza analytics de forma significativa.

E se isso acontece até mesmo em corporações mais estruturadas, nas PMEs em geral, o cenário provavelmente é ainda mais desafiador.

Afinal, dados por si só não dizem nada. É preciso coletá-los das fontes certas e, em seguida, estruturá-los para que façam sentido e orientem decisões.

Existem no mercado diversas ferramentas para isso, parte delas com um custo de aquisição e manutenção.

Alguns exemplos são:

  • Kissmetrics
  • SAS
  • ClearStory Data
  • Google Analytics
  • Canopy Labs.

Adaptar-se às diferentes plataformas

Para uma PME ainda pouco desenvolvida em suas estratégias digitais, entender quais são as nuances entre cada canal pode ser um processo demorado.

Até dominar efetivamente o marketing em redes sociais e conhecer as diferenças para o que se faz em um site, pode levar tempo.

Nesse caso, o ideal é contar com o suporte de um especialista ou, na falta de um, aproveitar a grande oferta de conteúdos online sobre o assunto.

Aqui mesmo, no meu blog, você pode se informar a respeito de como fazer marketing digital na sua empresa nos diferentes canais e mídias.

Acirramento de concorrência

Segundo uma pesquisa da HeroSpark, publicada no site Pequenas Empresas Grandes Negócios, 2020 é o ano do empreendedorismo digital no Brasil.

Portanto, a perspectiva para os próximos anos é de concorrência cada vez mais acirrada para MEIs e pequenas empresas em geral.

A boa notícia é que, nesse cenário, sobreviverão aqueles que fizerem o que você está fazendo agora: se informando para atuar em um mercado cada vez mais online e competitivo.

Quais são as principais métricas para acompanhar as ações de marketing?

loja com sinal aberto

Antes, eu destaquei a capacidade de mensurar resultados como principal vantagem do marketing digital para pequenas empresas – e não foi por acaso.

Afinal, esse é o grande “pulo do gato” que diferencia a estratégia das tradicionais soluções offline.

Com as ferramentas certas, é possível ter total domínio sobre os resultados das suas ações sem depender de agentes externos ou de empresas que façam isso.

É a inteligência de negócios, antes um privilégio das grandes corporações, agora acessível a todos os que se dispõem a coletar e interpretar suas métricas de performance.

Conheça as mais relevantes delas:.

ROI – Retorno sobre Investimento

Todo investimento é feito considerando um retorno esperado e, no marketing digital, não é diferente.

Por isso, nas suas estratégias, é fundamental medir o chamado ROI, o Retorno sobre Investimento.

Uma vantagem dessa métrica é a simplicidade em calculá-la. Para tanto, basta aplicar a fórmula:

  • ROI = (Receita – Custos) / Custos x 100.

CAC – Custo de Aquisição por Cliente

Ninguém discute que o objetivo de toda empresa é conquistar mais clientes.

Em contrapartida, aumentar o volume de vendas implica em um gasto que deve ser calculado.

Uma maneira de se fazer isso é medir o Custo de Aquisição por Cliente, o CAC. Sua fórmula consiste em:

  • CAC = Investimentos em marketing digital / Quantidade de clientes.

CPC – Custo por clique

Ao anunciar no Google ou no Facebook, você vai se deparar com uma métrica conhecida como Custo por Clique (CPC).

Por ela, você sabe quanto sua empresa gasta por cada clique que leads e visitantes dão em seus conteúdos de mídia paga.

Trata-se de uma métrica importante, já que ajuda a compreender se o seu funil de conversão está bem estruturado.

Um CPC alto aponta que poucas pessoas estão se interessando pelo que sua empresa tem mostrado na internet.

Por isso, tenha atenção a esse indicador sempre que rodar campanhas.

Seu cálculo é feito por meio da fórmula abaixo:

  • CPC = Custo Total / Quantidade de cliques

CPM – Custo por mil impressões

Estratégias de topo de funil, ou seja, com o objetivo de atrair um grande volume de pessoas, têm no CPM um indicador confiável.

Vamos imaginar, de 10 mil pessoas atraídas inicialmente, sua empresa converta 2% delas em clientes.

Essa seria a conta para fechar 200 vendas em um mês.

Nesse sentido, o sucesso de uma campanha pode ser medido por essa métrica.

Veja como fazer o seu cálculo:

  • CPM = Custo Total / Visualizações × 1000.

CPL – Custo por lead

Leads são pessoas que já conhecem a sua empresa e, por isso, já consumiram seus conteúdos ou clicaram em seus anúncios.

Sendo assim, esse é um tipo de cliente em potencial de se tornar um MQL, ou um lead qualificado para marketing.

A forma de calcular esse custo é similar ao do CAC.

A fórmula é a seguinte:

  • CPL = Investimento de Marketing ÷ Quantidade de Leads.

Portanto, procure medir esses dois indicadores em paralelo, já que um CPL mais alto que o CAC mostra que sua empresa está falhando na hora de fechar o negócio.

Taxa de conversão

Em ferramentas como o Google Analytics, a taxa de conversão é uma das métricas mais confiáveis para saber se uma estratégia digital está, de fato, sendo bem-sucedida.

Afinal, é ela que indica que leads estão sendo convertidos em clientes por meio de conteúdos, passando pelas diversas etapas do funil de vendas.

A taxa de conversão é calculada tomando a proporção entre o número de acessos e o de conversões.

Logo, é mostrada em valores percentuais.

A fórmula é:

  • Taxa de conversão = Vendas / Acessos (Visitas).

Por exemplo, digamos que seu site teve 25 mil acessos em um mês e, para esse período, teve 600 conversões.

Nesse caso, temos:

  • 600 / 25.000 = 0,02%

6 dicas para fazer marketing digital para pequenas empresas

mulheres lendo tablet

Não basta apenas ter intimidade com os números.

Embora eles sejam seus melhores parceiros, já que não mentem, é preciso considerar outros fatores para desenvolver ações em marketing digital que tragam bons resultados.

Lembre-se de que você está lidando com pessoas e, por isso, é fundamental investir também na construção da credibilidade.

O consumidor online é extremamente atento e exigente.

Assim, quem não estiver pronto para atendê-lo de forma eficiente, fica para trás.

Quer saber como fazer isso? Confira as dicas a seguir.

Pesquise as oportunidades

Será que as vendas não estão indo bem porque você está insistindo demais em um mercado sem muitas possibilidades?

Às vezes, o melhor a se fazer é mudar o foco, e isso significa ir em busca de novas oportunidades de crescimento.

É o que fazem, por exemplo, as empresas que abrem novas frentes de atuação pela internet, lançam novos produtos ou serviços e investem em promoções e merchandising.

Construa sua presença online

Não será do dia para a noite que você terá retorno investindo em marketing digital.

Em SEO, por exemplo, pode levar um tempo até que seus conteúdos sejam indexados e ranqueados pelos robôs do Google e apareçam em destaque nos resultados de busca.

Até lá, construa sua presença online, procurando investir em campanhas pagas, respondendo as dúvidas das pessoas em fóruns, gerando bons backlinks e, se possível, apoiando eventos.

Faça um plano de marketing prático

Ainda que um plano de negócios e, em consequência, de marketing digital, demande algum esforço, ele não precisa ser necessariamente complexo.

No contexto das PMEs, quanto mais simples, melhor.

Embora o ótimo seja um objetivo, há casos em que ele realmente se torna inimigo do bom.

Sendo assim, procure planejar suas ações de maneira que elas sejam aplicáveis no seu dia a dia.

Tem até um conteúdo em que eu mostro como fazer isso em um passo a passo sem complicação.

Consolide a sua marca no mercado em potencial

Digamos que o seu negócio está lançando hoje um site ou suas redes sociais.

Como construir uma boa reputação online quando sua empresa ainda não aparece em destaque nas buscas do Google?

Para isso, vale apostar em estratégias como guest posts em blogs de mais prestígio, responder dúvidas em redes sociais e, novamente, investir em anúncios.

Tenha certeza de que, com o tempo, os robôs do Google vão notar que a sua marca merece destaque.

Venda benefícios, não apenas produtos

Cada vez mais, as empresas orientam suas estratégias pela postura conhecida como customer centric.

Nela, o que importa não é se a companhia vendeu ou não, mas se o cliente, de fato, teve suas dores solucionadas ou seus problemas resolvidos.

Dessa forma, para que as suas ações de marketing digital sejam efetivas, não deixe de considerar, em primeiro lugar, o sucesso do seu cliente.

Afinal, ele (quase) sempre tem razão, não é?

Conclusão

Fazer marketing digital para pequenas empresas talvez seja desafiador, mas, ao mesmo tempo, pode ser uma empreitada bastante gratificante.

Desde que sua companhia coloque em prática as dicas que passei aqui, mantenha uma postura atenta ao mercado e focada em aprender, dificilmente, não será bem-sucedida.

Digo isso porque já vi diversos casos de sucesso de empresas que começaram uma estratégia de marketing digital do zero e conseguiram resultados fabulosos.

Agora, chegou a sua vez de brilhar investindo em ações pela web.

Se tiver mais alguma dúvida antes de começar sua nova trajetória, use o espaço de comentários.

Na sua empresa, quais são os objetivos a alcançar com uma estratégia de marketing digital?

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Funil De Vendas de Marketing Digital: Como Montar em 2020

funil de vendas

Como você tem mapeado hoje o seu funil de vendas de marketing digital?

Se ainda não dá muita atenção a ele, está na hora de rever a estratégia.

Sim, este é um recurso valioso, mas por vezes subestimado.

Seu valor está justamente em tornar mais eficazes os processos de prospecção, atração e fidelização de clientes.

Já disse aqui uma vez (apoiado em pesquisas) que o marketing mudou mais nos últimos dois anos do que em 50.

Não dá para esperar as coisas melhorarem fazendo sempre a mesma coisa, concorda?

Para começar, montar um funil de vendas é um bom ponto de partida para otimizar a sua performance e os resultados que ela gera.

Vamos ver como fazer isso? Siga na leitura!

O que é funil de vendas?

funil de marketing

Funil de vendas é a representação gráfica da jornada de compra, e também é conhecido como pipeline.

Essa jornada nada mais é do que o caminho que o seu consumidor percorre desde o momento em que toma ciência de um problema, passando pela busca no mercado até encontrar a solução.

Acontece que, de uma ponta a outra, é certo que a quantidade de pessoas a cada fase do percurso vai diminuindo. Ou seja, acontece um afunilamento.

Além disso, um funil pode ser esquematizado de diferentes formas, dependendo do foco do processo de vendas.

Nesse caso, é preciso considerar quatro abordagens: inbound, outbound, B2C e B2B.

Veja só um pouco mais sobre cada um delas:

Inbound

Na visão do inbound marketing, as ações de promoção de serviços e produtos seguem uma estratégia baseada no amadurecimento do cliente e de sua decisão de compra.

Desde o primeiro contato com a marca ou empresa até o fechamento da venda, é preciso nutrir esse lead com conteúdo de valor, que o guie até o desfecho desejado.

É com essa perspectiva que se desenha o formato clássico do funil de vendas de marketing digital, todo baseado no tráfego de leads (clientes em potencial) em meios virtuais, como sites e redes sociais.

Ele se estrutura genericamente da seguinte maneira:

  • Topo do Funil: é onde acontecem os primeiros contatos das pessoas com sua marca por meio de conteúdos voltados à atração
  • Meio do Funil: área em que o lead já tomou ciência do seu problema e está em busca de mais informações para saná-lo
  • Fundo do Funil: na parte mais fina, estão os leads que restaram e que, por isso, apresentam alto potencial de converter, ou seja, de se transformarem em clientes.

Outbound

Nessa categoria de marketing, estão os tradicionais meios offline, como anúncios impressos em revistas, jornais e outdoors.

A principal característica é que o público é atingido por suas ações sem que estivesse procurando por elas, ao contrário do que ocorre no inbound marketing.

Por aqui, eu também já explorei o assunto, em que defino o outbound marketing como um tipo de “marketing de interrupção”.

Por envolver mídias e processos offline (nos quais os resultados são mais difíceis de mensurar), o funil de vendas em outbound é um pouco mais complexo de ser estruturado.

Assim que terminar de ler este artigo, não deixe de ler o conteúdo no qual dou mais detalhes sobre como fazer isso, caso seja do seu interesse.

B2B x B2C

Existem empresas de todos os tipos, tamanhos e que atuam em nichos totalmente distintos.

Nesse sentido, é preciso saber que há aquelas que vendem para pessoas físicas, como eu e você, e outras que negociam com pessoas jurídicas.

As primeiras são conhecidas pelo acrônimo em inglês B2C, cujo significado é “Business to Customer”.

Já as empresas que vendem para pessoas jurídicas são do tipo B2B ou “Business to Business”.

Para cada uma delas, o funil de vendas deve ser estruturado considerando aspectos distintos e que serão expostos ainda neste artigo.

Como funciona o funil de vendas?

O funil de vendas funciona como um guia para orientar suas decisões quanto ao que fazer para conduzir as pessoas na sua jornada de compra.

Quem está no topo do funil deve receber tratamento e abordagem diferente daquele que avançou para o meio e, claro, da que é dedicada aos que estão no fundo.

Lembre que, em inbound marketing, uma venda depende não da quantidade de pessoas atraídas, mas de como elas são educadas pela sua empresa até serem convertidas.

Por isso, o marketing de conteúdo tem um papel central em um processo de vendas orientado pelo funil.

Qual é a diferença entre funil de venda e funil de marketing?

funil de vendas

Pode ser apenas conceitual ou ter efeitos práticos: a verdade é que você pode ter contato com diferentes tipos de funil.

Os dois mais conhecidos, no caso, são os de venda e de marketing.

Isso porque o funil de vendas, na verdade, resulta da aplicação do de marketing ao perfil e público da empresa.

Afinal, há processos de venda mais complexos e que, por isso, exigem funis mais segmentados.

Logo, no funil de marketing, o que é mapeada é a jornada do consumidor, mas ainda de forma genérica, sem maiores adaptações.

Ele se estrutura da seguinte maneira:

  • Topo: onde os clientes são categorizados entre os que estão reconhecendo o seu problema e os que estão em busca de informação
  • Meio: parte do funil em que o lead está avaliando as alternativas disponíveis
  • Fundo: onde o lead finalmente toma uma decisão, dando fim à sua jornada ou reiniciando um novo ciclo de vendas.

Jornada de compra e funil de vendas

Entende agora como os conceitos de jornada de compra (ou do cliente) e de funil de vendas se complementam?

O primeiro se refere ao caminho comum a todos antes de se tornarem, de fato, consumidores de uma marca ou empresa.

Já o segundo consiste em representar em forma de funil o que acontece nesse trajeto, considerando sempre o quanto um lead recebeu de informação.

Assim, o funil serve para conduzir o cliente em sua jornada de compra, prevendo as ações certas para isso.

Etapas do funil de vendas de marketing digital

etapas do funil de vendas

Na estrutura “clássica”, um funil de vendas de marketing digital tem ao todo seis etapas, de acordo com o grau de maturidade do lead.

Quanto mais educado, mais próximo do fundo do funil e, consequentemente, de ser convertido em cliente.

Como já vimos, funis para nichos e áreas de atuação distintas podem ser segmentados de diferentes maneiras.

No entanto, essa divisão não foge muito do modelo padrão, que é o seguinte:

1. Visitante

O primeiro contato que alguém tem com um site ou rede social faz dele um visitante.

Esse é o estágio inicial de um processo de venda.

Nele, a pessoa ainda não tem nenhuma informação sobre o seu negócio e nem mesmo tem consciência total de que possui um problema a resolver.

Por isso, conteúdos de atração são estruturados com palavras-chave de alcance mais amplo, já que o objetivo nessa etapa do funil é atrair o maior número possível de visitantes.

2. Lead

Por definição, lead é o visitante que já fez um ou mais contatos com o seu site, consumiu conteúdo e já tomou consciência de que tem um problema.

Ele ainda não estabeleceu um contato mais direto com o seu negócio, ou seja, tudo o que ele fez foi acessar suas mídias digitais e solicitar um material rico em troca do e-mail, como um e-book.

De qualquer forma, a semente já foi plantada e, se o seu funil de vendas estiver bem arquitetado, esse lead tem tudo para se tornar um MQL.

3. Lead Qualificado de Marketing (MQL)

MQL é a sigla em inglês para Lead Qualificado de Marketing.

Esse lead é assim chamado porque, além de consumir conteúdos, ele já fez contato com a sua empresa, fornecendo e-mail pessoal ou um número de telefone.

A partir disso, ele se qualifica para avançar mais no funil, passando de MQL para SQL.

4. Lead Qualificado de Vendas (SQL)

Os MQLs são os leads praticamente prontos para tomar uma decisão.

No entanto, ainda precisam de informações mais detalhadas sobre seus produtos ou serviços.

Uma parte deles solicita orçamentos, pede demonstrações, liga ou manda mensagem para seu time de marketing.

Quando isso acontece, ele vira um SQL ou Sales Qualified Lead, o Lead Qualificado de Vendas.

5. Oportunidade

No estágio mais avançado, as pessoas deixam de ser leads e passam a ser classificadas como oportunidades.

É nesse momento que o time de vendas deve entrar em cena para detectar se elas estão realmente prontas para serem convertidas em clientes.

Se o seu funil tiver sido bem estruturado e a pessoa avançou passo a passo em suas etapas, é provável que essa oportunidade se concretize em um negócio.

6. Cliente

Quando as expectativas do lead são totalmente atendidas e se alinham às da empresa, ele vira uma oportunidade e, enfim, converte-se em cliente.

Mas o trabalho de marketing e vendas não termina aqui.

Uma vez convertido, é hora de fidelizar esse consumidor, oferecendo conteúdos que o estimulem a continuar comprando ou a indicar sua marca para outras pessoas.

Como montar um funil de vendas de marketing digital?

funil de vendas

Acredito que você já percebeu que, quando se trata de vendas, não existe improviso, certo?

O que me encanta no marketing digital é exatamente isso: ele serve para impulsionar vendas com base em estratégia, e não no acaso ou na prospecção cega.

Tudo depende de quanto o seu público venha a identificar na sua empresa uma solução confiável para o problema que ele tem.

Assim, ao montar o seu funil de vendas de marketing digital, é importante preparar o terreno, e isso pode ser feito da seguinte forma:

Defina o produto

O que sua empresa tem para vender é o primeiro aspecto que precisa ser definido ao estruturar um funil de vendas de marketing digital.

Lembre que, pela internet, o máximo que as pessoas terão são imagens e sons – elas não poderão tocar ou sentir o cheiro dos seus produtos.

Se forem serviços, aí que a definição tem que ser ainda mais caprichada.

Uma maneira de se fazer isso é utilizar o modelo Canvas, uma das ferramentas usadas ao elaborar o modelo de negócio.

Defina a persona

No funil, um lead avança em direção às etapas mais estreitas conforme fica bem informado a respeito do seu próprio problema e das soluções que você tem a oferecer.

Em outras palavras, trata-se, acima de tudo, de um processo de comunicação.

Para que ela seja efetiva, você deve falar a língua do seu potencial cliente.

Sendo assim, o método mais usado em marketing digital é o de criação de uma persona.

Resumidamente, ela é uma representação do seu cliente ideal, produzida a partir de dados coletados junto a consumidores reais.

Dica: se precisar de uma força, tenho um artigo completo em que mostro passo a passo como montar uma persona na medida para o seu negócio.

Defina sua oferta

Quando um lead passa a ser um MQL e, em seguida, um SQL, é hora de a sua empresa mostrar a que veio.

Para isso, é fundamental definir a oferta que você terá para as pessoas que estiverem prontas para tomar uma decisão.

Seja incisivo!

Essa é a hora da verdade e, se o MQL/SQL sentir que a proposta não vale a pena, não pensará duas vezes antes de procurar um concorrente.

Crie uma landing page

Outro aspecto muito importante na montagem do funil de vendas de marketing digital é a criação de uma landing page matadora.

É nessa página que leads se transformam em MQLs ao assinarem uma newsletter e, em seguida, em SQLs, ao pedir por um orçamento, por exemplo.

Crie um fluxo de automação de e-mail

O e-mail marketing é o formato de nutrição de leads por excelência.

Isso porque ele permite monitorar os principais indicadores de sucesso como nenhuma outra mídia – basta ter a ferramenta certa para tal.

Além disso, segundo a HubSpot, 50% das pessoas leem a maioria dos e-mails que recebem.

Portanto, não deixe de investir nesse poderoso formato de promoção para manter elevado o fluxo de pessoas em seu funil de vendas de marketing digital.

Teste o seu funil de vendas

Uma vez que você tenha cumprido todas as etapas que acabei de mostrar, é hora de colocar em prática e testar se o seu funil, de fato, foi bem estruturado.

Para fazer isso, realize os chamados testes A/B, disponibilizados pelas melhores ferramentas de automação de marketing digital do mercado.

O Facebook oferece esse recurso em seus anúncios, bem como o Google e soluções em e-mail marketing, como o MailChimp.

Ou se, preferir, você pode usar a calculadora de teste A/B aqui mesmo no meu site.

Direcione o tráfego para sua landing page

Os conteúdos de meio de funil são aqueles em que os leads fornecem dados para contato ou preenchem solicitações de propostas.

Essas informações, como vimos, devem ser coletadas por uma landing page que, por sua vez, precisa se tornar visível tanto no seu tráfego interno quanto externo.

Internamente, procure incluir links em conteúdos que direcionem para esse tipo de landing page – um exemplo disso são tutoriais ensinando como fazer alguma coisa.

Já o tráfego externo deve ser estimulado por meio de conteúdos que trabalhem palavras-chave long tail, ou seja, que atraiam pessoas em busca de soluções específicas.

Um exemplo desse tipo de keyword seria “comprar roupas de inverno em São Paulo”.

Otimize o seu funil

Uma vez estruturado, o trabalho de otimização do funil deve continuar.

Afinal, o cliente de hoje é omnichannel, portanto, bastante atento e participativo.

Se ele perceber o mínimo sinal de descaso por parte de uma marca em seu processo de compra, ele pula fora instantaneamente.

Portanto, não deixe de medir os resultados obtidos com, no mínimo, uma frequência mensal.

Se puder ser semanalmente, melhor ainda.

Assim, você saberá o que está dando certo, o que não está e, a partir disso, poderá decidir quais ajustes fazer em seu funil.

3 exemplos de funil de vendas no marketing digital

etapas do funil de marketing

Para facilitar ainda mais a tarefa de montagem de um funil de vendas de marketing digital, veja três exemplos de como fazer isso por meio do marketing de conteúdo e do uso de keywords adequadas a cada etapa do funil.

Novo produto/serviço

  • Etapa do funil: topo
    • Conteúdo 1: o que é (problema ou dor do cliente) e Call to Action (CTA) para outro conteúdo informativo
    • Conteúdo 2: como fazer ou como saber e CTA para preencher newsletter
    • Conteúdo 3: demonstração ou amostra grátis
    • Conteúdo 4: comprar (produto/serviço) ou oferta ou solicitação de proposta.

Mercadorias/produtos à venda

  • Etapa do funil: meio
    • Conteúdo 1: comprar (produto/serviço)
    • Conteúdo 2: landing page de compra (com pop-up de alerta de oferta caso ele movimente o mouse para sair)
    • Conteúdo 3: conclusão do processo e oferecimento de novo produto ou oferta.

Atração de clientes para lojas físicas

  • Etapa do funil: fundo
    • Conteúdo 1: produto/serviço grátis
    • Conteúdo 2: landing page para cadastro de e-mail condicionado ao recebimento da oferta, que pode ser uma versão restrita de um produto ou serviço.

Observação: agora, sua loja tem o contato de uma pessoa interessada no que você tem para vender.

Principais erros ao criar o seu funil de vendas online

funil de vendas de marketing digital

Lembra que eu disse que abordaria os erros mais comuns ao estruturar um funil de vendas de marketing digital?

Então, chegou a hora de conhecê-los.

Confira a lista:

  • Não definir uma ou mais personas
  • Ignorar os CTAs ao final dos conteúdos
  • Não separar MQLs e SQLs
  • Achar que prospecção e vendas é a mesma coisa
  • Desenvolver conteúdo sem direcionamento para uma etapa do funil
  • Não ter um pós-venda
  • Deixar leads “esfriarem”.

Conclusão

Desde que passei a dedicar mais atenção ao funil de vendas de marketing digital, meus próprios resultados melhoraram consideravelmente.

Pode até parecer trabalhoso, mas, acredite: vale muito a pena contar com essa referência dentro de uma estratégia de vendas online.

Outro ponto que quero enfatizar aqui é que você pode explorar todo tipo de conteúdo.

Artigos, vídeos, podcasts e infográficos são válidos, desde que tenham as palavras-chave certas para cada etapa do funil em que eles se encaixarem.

Ficou com alguma dúvida ou gostaria de ver outro tópico abordado por aqui? Manda ver nos comentários!

E aproveite para dividir com os leitores as suas experiências.

Qual a maior dificuldade para montar seu funil de vendas de marketing digital hoje?

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

O Jeito Mais Fácil (e Barato) de Desbancar seus Concorrentes

O que fazer se você quiser ultrapassar seus concorrentes nos rankings?

Antes de mais nada, você precisa monitorar tudo que eles estão fazendo. Desde seus rankings até o conteúdo que eles escrevem, passando pelo link building que eles fazem e as palavras-chave-alvo deles, entender o que eles estão fazendo é fundamental.

Depois de entender a estratégia deles, você precisa escrever mais conteúdo, fazer mais link building e otimizar seu site. Ou você pode contratar uma agência de SEO, mas a maioria de nós não tem dinheiro para isso.

Deve ter um jeito melhor, não é?

Bom, ao longo dos próximos 60 dias, eu vou facilitar a sua vida com uma atualização bem relevante do Ubersuggest.

Veja o que eu estou pensando em fazer para tornar mais fácil para você ultrapassar seus concorrentes nos rankings.

Análise da concorrência

Antes de mais nada, eu percebi que muita gente não sabe quem de fato são seus concorrentes quando o assunto é SEO.

É por isso que eu vou criar um relatório de análise de concorrência para mostrá-la a você.

Veja um esboço de como ele vai ficar:

Você vai conseguir ver quem são seus concorrentes com base em palavras-chave em comum para as quais vocês ranqueiam.

Você também vai poder ver como você está nos rankings em comparação com eles ao longo do tempo, bem como o tráfego de SEO, backlinks, pontuações de domínio, e, melhor de tudo, oportunidades de palavras-chave (ou lacuna de palavras-chave) deles.

O que as oportunidades de palavras-chave vão listar são todas as palavras-chave para as quais seu concorrente ranqueia e você não.

Assim, você vai poder se aprofundar e ver todas as palavras-chave que eles têm como alvo e você não (mas deveria).

Mais uma vez, o ponto principal do relatório acima (embora o design ainda precise ser ajustado), é que ele vai te mostrar todas as palavras-chave para as quais seu concorrente ranqueia e que você não tem como alvo ou para as quais não está ranqueando (ainda). Aquelas no topo são as mais lucrativas e as na parte de baixo são as menos lucrativas.

Monitoramento de ranking da concorrência

Além de te mostrar novas oportunidades de palavras-chave sem que você precise ter nenhum trabalho ou fazer nenhum tipo de pesquisa, nós também vamos começar a monitorar os rankings dos seus concorrentes para você. 😉

Assim, no seu painel de monitoramento de ranking, você vai ver tanto os seus rankings quanto os dos seus concorrentes.

Atualmente, nós te mostramos se seus rankings estão subindo ou caindo a cada dia (se você ainda não está monitorando isso, entre lá e crie um projeto).

Vamos modificar esse relatório para mostrar também os rankings dos seus concorrentes. Ainda estamos trabalhando no design.

Assim, se as coisas não estiverem indo bem para você, você pode ver se foi o único afetado ou se seus concorrentes também foram.

E ainda tem mais

Eu sei que 60 dias é bastante tempo, mas eu também vou lançar uma coisa semana que vem para facilitar sua vida em termos de análise de concorrência.

Eu vou lançar a versão 2.0 da Extensão do Ubersuggest para o Chrome. Se você ainda não a instalou, entre aqui e faça isso agora. Ela é gratuita!

Atualmente, você obtém dados sempre que faz uma busca. Mas os dados não são suficientes, principalmente sobre seus concorrentes, então eu estou disposto a resolver isso.

Antes de mais nada, você vai obter dados sobre tráfego. Não só do seu site, mas também dos seus concorrentes.

Assim, sempre que você fizer uma busca, você logo vai poder ver quanto tráfego de SEO determinado domínio recebe.

E, se você quiser mais detalhes, do lado direito dos resultados da busca do Google, você vai ver um gráfico com uma visão geral da situação dos seus concorrentes em relação a você.

Você também vai ter uma visão geral parecida com dados de backlinks.

E, claro, não para por aí.

O site de e-commerce mais conhecido da internet é a Amazon. Então não seria incrível obter dados de palavras-chave da Amazon?

Sempre que você fizer uma busca na Amazon, você vai ver dados sobre todas as palavras-chave que eles te sugerem.

E quando você for para o segundo mecanismo de busca mais popular de todos, o YouTube, eu vou te fornecer dados de palavras-chave e dados dos concorrentes.

Por exemplo, sempre que você buscar uma palavra-chave, você vai ver dados para todas as sugestões.

E se você clicar no botão “ver todos”, você também vai ver dados históricos sobre aquela palavra-chave.

Em uma página de resultados do YouTube, você vai começar a receber recomendações sobre outras palavras-chave que podem vir a ser alvos no seu SEO para YouTube.

E se você clicar em um vídeo (até no vídeo de um concorrente!), você vai começar a ver mais dados sobre a performance dele, bem como suas palavras-chave-alvo.

Então, se você ainda não instalou, não deixe de instalar a extensão do Chrome antes do novo lançamento semana que vem.

Conclusão

Espero que você esteja animado para esse novo lançamento do Ubersuggest nos próximos meses.

Estou muito empolgado com as funcionalidades de análise de concorrência, já que elas vão facilitar bastante a visualização de quais são as palavras-chave para as quais seus concorrentes ranqueiam e você não.

Além disso, a extensão está evoluindo bastante. Meu objetivo é lançar uma nova versão dela todo mês, com novas funcionalidades que vão tornar o SEO mais fácil e conveniente para você. 🙂

E aí, o que você achou das mudanças?

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